‘Diário da Manhã’ destaca ações e novos projetos do Museu do Reggae do Maranhão

Em primeira mão, o diretor Ademar Danilo anunciou que o espaço será ampliado neste ano, com a incorporação de um estúdio de ensaio para bandas de reggae

O diretor do Museu do Reggae do Maranhão, Ademar Danilo, foi o entrevistado desta sexta-feira (21) no programa “Diário da Manhã”, da Rádio Assembleia. Ele destacou as ações e os novos projetos que serão realizados pela casa de cultura em São Luís, como a ampliação ainda neste ano.

Entrevistado pelo jornalista Ronald Segundo e pelo radialista Álvaro Luís, Ademar Danilo falou sobre o surgimento do projeto, sobre a importância de ser o primeiro museu do reggae fora da Jamaica, os objetivos, estrutura e curiosidades do espaço, inaugurado pelo Governo do Estado em janeiro de 2018.

“Hoje, o Museu do Reggae é a casa de cultura mais visitada do Maranhão”, afirmou Ademar Danilo. Ele explicou que, em dois anos, o local recebeu 120 mil visitantes, interessados em conhecer o acervo e todo o espaço da casa, localizada na Rua da Estrela, nº 124, no Centro Histórico de São Luís.

Idealizador e diretor do Museu do Reggae, Ademar Danilo foi enfático ao afirmar: “Com certeza, o nosso Museu é um lugar que vale a pena ser visitado”. Ele detalhou que, em uma área de 397 metros quadrados, o local ostenta um acervo com peculiaridades do gênero musical em diversas formas.

Para interação do público, o museu conta com um salão de aproximadamente 35 metros quadrados e móveis que imitam os paredões das radiolas, uma sala de exposição dos artistas e assuntos do cenário mundial, equipamentos de projeção e recursos audiovisuais, além de diversos manequins trajando, a caráter, a cultura da massa regueira.

“Temos um rico acervo, mas somos, sobretudo, um museu de informação”, frisou Ademar Danilo, lembrando que o Museu do Reggae oferece recursos tecnológicos, linha do tempo, recursos audiovisuais, história das radiolas, e objetos característicos do reggae desde os antigos até os mais modernos.

Importância

Durante a entrevista, Ademar Danilo destacou a importância cultural e turística do reggae no Maranhão. Ele enumerou a cadeia produtiva do ritmo que engloba todas as camadas sociais, étnicas e etárias do estado. “Não é à toa que São Luís é conhecida nacional e internacionalmente como a Jamaica brasileira”, ressaltou.

Em primeira mão, Ademar Danilo anunciou que o Museu do Reggae será ampliado neste ano, pois ganhará um estúdio de ensaio para bandas de reggae. Outro projeto que deverá ser deflagrado ainda em 2023 é a criação de um ‘sítio de festejo’, em maquetes que deverão retratar roteiros de festas populares tradicionais do Maranhão, tanto relacionadas a santos da Igreja Católica quanto a entidades de religiões e cultos de matriz africana.

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