Uma pesquisa recente do AtlasIntel revela que o consumo de produtos com selo de proteína tem sido cada vez mais influenciado por fatores externos, especialmente pelas redes sociais. De acordo com o levantamento, três em cada dez brasileiros consideram esse tipo de informação na hora da compra, enquanto 37,9% afirmam ser impactados diretamente por conteúdos online.
O crescimento do mercado de alimentos proteicos acompanha a expansão do universo fitness, o aumento da adesão a dietas e o uso de medicamentos voltados ao emagrecimento. Esse cenário tem impulsionado a oferta de produtos voltados a esse público, reforçando a presença do apelo “high protein” nas prateleiras.
Dentro do grupo influenciado pelas redes sociais, 14,2% dos entrevistados afirmam ser totalmente impactados por plataformas como Instagram e TikTok, enquanto 23,7% dizem sofrer influência parcial.
Quando questionados sobre os principais motivos para consumir produtos proteicos, os participantes apontaram o ganho de massa muscular como principal fator (54,5%), seguido pela reposição de proteína (36,8%) e manutenção da saúde (32%). Outros motivos incluem praticidade (18%), sensação de saciedade (14,2%), acompanhamento de dietas (8,1%) e melhora da performance esportiva (6,3%).
Além disso, 44,4% afirmam que escolhem produtos prontos com proteína como forma prática de aumentar a ingestão diária do nutriente. Já a presença de selos como “Fonte de Proteína” ou “High Protein” tem grande influência na decisão de compra para 13,5% dos entrevistados.
A pesquisa ouviu 1.501 pessoas entre os dias 3 de março e 2 de abril, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

